
Título: sepe o guerreiro da paz Ed. 2017
Autor: Maria Elisabeth da Silva Barbieri
Sinopse: Um novo livro sobre Sepé Tiaraju. Um novo olhar sobre essa figura lendária da história do Rio Grande do Sul e, particularmente, da região missioneira. Que “novo olhar” seria esse? Haveria espaço para uma visão ampliadora espiritualista - mais objetivamente espírita - desse baluarte de nosso Panteão de Heróis? Nesta obra que os leitores têm em mãos, a mediunidade cristã espírita incursiona, mais uma vez, no campo da História desvelando ângulos novos, tanto sobre os fatos quanto o entendimento do que representa a vida antes do nascimento durante a permanência no corpo físico e após o retorno à vida verdadeira (espiritual).
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “sepe o guerreiro da paz Ed. 2017”, de Maria Elisabeth da Silva Barbieri, publicado pela editora FERGS - Editora Francisco Spinelli, em 2017 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: FERGS - Editora Francisco Spinelli
Páginas: 184
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561520884
ISBN13: 9788561520885
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,260
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora FERGS - Editora Francisco Spinelli costumam abordar temas ligados à espiritualidade, valores éticos e convivência pacífica, com foco em leitores que buscam reflexões sobre a vida, a morte e o respeito ao próximo. A narrativa frequentemente se apresenta em tom didático e acolhedor, com histórias que mesclam ensinamentos lúdicos e abordagens mais reflexivas, muitas vezes ancoradas na Doutrina Espírita. O catálogo sugere uma preocupação constante com a promoção da esperança, da empatia e da preservação do meio ambiente, explorando desde relatos para crianças até textos que dialogam com adultos interessados em espiritualidade e autoconhecimento. Há obras que equilibram um ritmo narrativo mais suave e contemplativo com outras que incentivam a ação e o cuidado coletivo.
