
Título: Ser Amigos ou Ter Amigos?
Autor: Valerio Albisetti
Sinopse: Ser amigos pode parecer simples: afinidade de caráter, interesses comuns... Mas, por vezes, um relacionamento que parecia sólido quebra-se contra o obstáculo da afirmação de si mesmo, da prevaricação psicológica que, ainda que inconscientemente, é posta em prática em confronto como outro. "Ser amigos", escreve Albisetti, "quer dizer aceitar o outro em sua unicidade e irrepetibilidade, em sua autonomia, em sua diversidade". Isso implica uma consciência até mesmo da própria originalidade, que se traduz numa troca de experiências. Quem pensa encontrar na amizade uma solução para o próprio mal-estar interior ou para as próprias dificuldades irá facilmente de encontro a desilusões. "Ser amigos", escreve ainda Albisetti, não é um estado afetivo, mas uma verdadeira e própria opção de vida; a escolha de fundamentar a própria existência sobre a abertura, autêntica, em direção aos outros".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ser Amigos ou Ter Amigos?”, de Valerio Albisetti, publicado pela editora Paulinas, em 2003 e com 139 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 139
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535604235
ISBN13: 9788535604238
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
