
Título: Ser estrangeiro: migração, asilo e refúgio ao longo da histó
Autor: João Paulo Charleaux
Sinopse: Hoje em dia, ser estrangeiro tem significados cada vez mais plurais e diversos. Partindo desta ideia, o jornalista João Paulo Charleaux nos conduz a um tratado sobre a história do refúgio, da migração e de seus principais conceitos. Neste livro, o jornalista João Paulo Charleaux faz um percurso pela história da migração e do refúgio, apresentando as diferentes razões — como guerras, perseguições políticas ou religiosas, desastres naturais ou econômicos — que levaram e ainda levam os homens a saírem de sua terra natal e aventurar-se pelo desconhecido.O autor traz também os principais conceitos associados à ideia do estrangeiro, como o migrante, o refugiado, o deslocado, o asilado e o exilado, e mostra como todos estamos sujeitos a mudanças, imprevistos e tragédias — no final, o estrangeiro pode ser qualquer um de nós. A coleção Tirando de Letra procura se aprofundar nos mais diversos temas contemporâneos, com muitas informações importantes, mas numa linguagem descomplicada e divertida, que atrai leitores de todas as idades.
Contexto da obra
Na não ficção juvenil, livros como este costumam funcionar bem quando unem informação e interesse real do leitor. “Ser estrangeiro: migração, asilo e refúgio ao longo da histó”, de João Paulo Charleaux, publicado pela editora Claro Enigma, em 2022 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Não Ficção Juvenil. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode ampliar repertório sem perder clareza e proximidade.
Editora: Claro Enigma
Páginas: 104
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6589870128
ISBN13: 9786589870128
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,138
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Claro Enigma convidam a uma leitura que combina clareza e profundidade, com temas que vão desde questões ambientais urgentes até reflexões históricas e culturais. O catálogo apresenta obras que dialogam com o presente, como debates sobre mudanças climáticas e desafios sociais, mas também mergulham em narrativas do passado, incluindo história, filosofia e literatura brasileira. A linguagem costuma ser acessível, muitas vezes com um tom didático e ilustrativo, como em livros que usam quadrinhos para explicar filosofia ou guias práticos para jovens leitores. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais informativos e outros de natureza narrativa e poética, com ritmo que varia do fluido ao fragmentado, conforme o tema e público.
