
Título: Sereia de mármore e névoa
Autor: Matheus Picanço Nunes
Sinopse: Um recado escrito na página de um livro antigo, uma cabeça que surge no manguezal, as águas do rio tomando a cidade numa inundação. O que antes parecia certo se torna dúvida de repente, a solidez da rocha dando lugar a uma fugacidade brumosa através das brechas pelas quais o fantástico se aninha na normalidade. Misturando Júlio Cortázar e Silvina Ocampo às histórias fantásticas de Manaus, onde cresceu, Matheus Picanço Nunes explora os surrealismos cotidianos ao longo 14 contos num processo ininterrupto de sublimação. Sereia de mármore e névoa é uma quimera composta pelas histórias de sua juventude, suas influências literárias mais contemporâneas e toda a estranheza possível.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sereia de mármore e névoa”, de Matheus Picanço Nunes, publicado pela editora Editora Cachalote, em 2024 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Cachalote
Páginas: 128
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6598287189
ISBN13: 9786598287184
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Cachalote propõem uma experiência de leitura que combina experimentação formal e uma linguagem densa, frequentemente poética e multifacetada. O catálogo privilegia obras que exploram a memória, o corpo, a linguagem e a identidade, muitas vezes atravessando fronteiras entre gêneros como poesia, conto e romance. A narrativa pode ser tanto fragmentada e caleidoscópica quanto marcada por um ritmo intenso e uma prosa carregada de imagens sensoriais. Há uma atenção constante ao uso inventivo da língua, que se manifesta em textos que dialogam com o visual, o sensorial e o político, convidando o leitor a uma imersão que exige participação ativa. Em meio a essa diversidade, a Editora Cachalote apresenta obras que transitam entre o experimental e o narrativo, entre o íntimo e o coletivo.
