
Título: Serpent's Kiss: (Dragonfire #10)
Autor: Deborah Cooke
Sinopse: One spark can banish every shadow in his heart. The dragon shape shifter Thorolf is known for an impressive lineage, raw power in battle, and an impulsive indulgence of his appetites. The last has made him an outcast from his fellow Pyr, and even his hunt for their dangerous opponent, the Slayer Chen, hasn’t helped. Beguiled and weakened by Chen’s ally Viv Jason, Thorolf finds himself drawn into a trap, as bait to lure his fellow Pyr to extinction. The only one to come to his aid is a woman he already knows to be a thief—does he dare to trust her with not just his own life but the survival of his kind? Chandra is a sorceress who has trained all her life for a battle against evil that she knows will shape the future. She has never wasted time on the pleasures of the physical realm, much less experienced passion—until the firestorm sparks between herself and Thorolf, demanding more from her than she ever expected to give. Will the firestorm provide new power, or be a dangerous distraction that gives Chen the chance to triumph forever?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Serpent’s Kiss: (Dragonfire #10)”, de Deborah Cooke, publicado pela editora Kindle Edition, em 2014 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kindle Edition
Páginas: 296
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Kindle Edition costumam explorar histórias marcadas por relações intensas, conflitos emocionais e personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos. O catálogo traz narrativas que transitam entre romances contemporâneos, dramas familiares e suspense, frequentemente com protagonistas que lidam com passados traumáticos ou situações limites. O tom varia do mais sensual e provocativo ao sombrio e tenso, com ritmo que ora acelera em cenas de confronto, ora desacelera para aprofundar emoções. Há obras que abordam temas LGBT, fantasia urbana e até elementos góticos, mostrando certa diversidade dentro de um foco claro em dramas humanos e afetivos.
