
Título: Sete Caminhos Para O Autoamor
Autor: Angola de
Sinopse: No Hospital Esperança temos cursos especializados de orientação sobre o amor. Um dos pontos fundamentais desse trabalho é a recuperação da autoestima e a criação de uma vida psicológica mais organizada em torno da serenidade interior. Utilizando-se de conteúdos didáticos, técnicas e exercícios práticos, os aprendizes são levados a perceber a importância, a profundidade e os benefícios de uma relação de forte afeição, admiração e respeito para consigo. Especialistas da área psíquica e emocional conduzem as abordagens, deixando claro que a saúde mental e o equilíbrio emocional dependem de saber desenvolver um relacionamento rico de amorosidade a si próprio. Pai João de Angola descreve nesta obra os sete ciclos que constituem os pilares dos programas de nossos estudos.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Sete Caminhos Para O Autoamor”, de Angola de, publicado pela editora Editora Dufaux, em 2016 e com 276 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Editora Dufaux
Páginas: 276
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8563365886
ISBN13: 9788563365880
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Dufaux conduzem o leitor por uma jornada espiritual que mescla reflexões profundas sobre a alma, a regeneração do planeta e a transformação interior. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom contemplativo e didático, com foco em temas como o autoamor, as emoções primárias e a evolução moral, sempre ancorados em narrativas que dialogam com ensinamentos espíritas e conceitos filosóficos. O catálogo revela obras que exploram tanto romances com múltiplas linhas temporais quanto textos que se aproximam do ensaio espiritual, oferecendo um ritmo que varia do meditativo ao mais narrativo, conforme o enfoque. A linguagem é acessível, mas convida à introspecção, com um olhar atento às mudanças pessoais e planetárias que se desenrolam em um cenário de transição e regeneração.
