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Sete ensaios de interpretação da realidade Peruana

Título: Sete ensaios de interpretação da realidade Peruana

Autor: José Carlos Mariátegui

Sinopse: Cumprindo 80 anos de sua primeira edição, Sete ensaios de interpretação da realidade peruana de José Carlos Mariátegui, constitui indubitavelmente uma das principais obras de referência do pensamento marxista latino-americano. Diferentemente de outras obras que caem no esquecimento, Sete ensaios foi objeto de inúmeros estudos e segue despertando o interesse dos estudiosos da realidade social peruana e latino-americana, comprovando a sua originalidade e relevância contemporânea. Merece destaque seu ensaio sobre a questão indígena, um dos pioneiros na compreensão da sua particularidade na América Latina, que tornou-se referência e vem sendo constantemente atualizado pela historiografia contemporânea. A presente edição, traduzida pelo antropólogo Felipe Lindoso, traz a apresentação do peruano Rodrigo Montoya Rojas, escritor e antropólogo, professor da Universidade Maior de São Marcos – Peru.

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Sete ensaios de interpretação da realidade Peruana”, de José Carlos Mariátegui, publicado pela editora CLACSO livros, em 2008 e com 330 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: CLACSO livros

Páginas: 330

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8577430642

ISBN13: 9788577430642

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de José Carlos Mariategui traz à tona um pensamento denso e comprometido, que combina análise política e cultural com um olhar atento às especificidades sociais latino-americanas. O ritmo é marcado por uma reflexão profunda, que exige do leitor atenção às conexões entre teoria e prática, entre história e luta social. Há uma tensão constante entre o rigor marxista e uma sensibilidade original, que valoriza a experiência indígena e camponesa como núcleo de transformação. A prosa transita entre o ensaio crítico e o manifesto, criando um diálogo que é ao mesmo tempo intelectual e militante. O leitor é convidado a pensar o poder, a cultura e a revolução a partir de uma perspectiva que desafia o eurocentrismo e reavalia o papel das comunidades locais na construção de alternativas ao capitalismo global.

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