
Título: Sete Mulheres de Barba Azul, As
Autor: Anatole France
Sinopse: Barba Azul, conto de fada criado por Charles Perrault e que se diz inspirado na figura dúbia (senão infeliz) de Gilles de Rais, é recontado de forma ardilosa e galhofa por Anatole France. Talvez algum leitor sinta vontade de buscar informações sobre esse Gilles de Rais, também conhecido como marechal de Rais. Nós sentimos, e o que encontramos nos deixou desencantado. Nessa busca, deparamo-nos com resenha antiga (1841) publicada em francês; visando evitar que esse possível leitor passe pelo mesmo dissabor que sofremos, aqui a inserimos em tradução, na esperança de que lhe satisfaça a curiosidade. Nestas páginas encontra-se também em vernáculo a versão original do conto de Perrault. Pelo agrado que temos da arte tipográfica, reproduzimos ilustrações e vinhetas de publicações passadas, que, a par de adornarem o texto, propiciam aos leitores animados do gosto do desenho a oportunidade de dar-lhes mais vida, colorindo-as a seu bel-prazer.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sete Mulheres de Barba Azul, As”, de Anatole France, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2016 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 80
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582056680
ISBN13: 9788582056684
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 22,90
- Largura (cm): 16,60
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
