
Título: Sete Narrativas Goticas
Autor: Karen Blixen
Sinopse: O tempo se encarregou de mostrar que os escritos deBlixen eram algo único e, sobretudo, incatalogável. No pantempo destas histórias góticas inseria-se a crucianteconsciência dos descaminhos de nossa cultura hegemônica, com algumas agudíssimas premonições do insolúvel problema ecológico que se aloja em suas entranhas pensantes. Do que tratam as histórias? Tratam de acontecimentos – cheios de peripécias – que, a par da fabulação mirabolante, deixam entrever na trama uma tessitura alegórica de significados e alusões que, em última instância, se reportam diretamente à vivência da autora. O título da coletânea no original inglês – Seven Gothic Tales – parece sugerir, por trás daquilo que é pertinente aos godos, antigos povos germânicos, um pouco como o estilo arquitetônico, algo que é retorcido, agoniado, opaco e decadente, como uma civilização que se perdeu na preciosidade de volutas, frisos e vitrais, em detrimento da vida.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Sete Narrativas Goticas”, de Karen Blixen, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2018 e com 480 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 480
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 855040277X
ISBN13: 9788550402772
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,592
- Altura (cm): 21,10
- Largura (cm): 14,10
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
