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Seven Japanese Tales

Título: Seven Japanese Tales

Autor: Junichiro Tanizaki

Sinopse: In these seven stories, the author of The Makioka Sisters explores the territory where love becomes self-annihilation, where the contemplation of beauty gives way to fetishism, and where tradition becomes an instrument of refined cruelty. (site Vintage)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Seven Japanese Tales”, de Junichiro Tanizaki, publicado pela editora Vintage, em 1996 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Vintage

Páginas: 320

Ano: 1996

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 0679761071

ISBN13: 9780679761075

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Junichiro Tanizaki é marcada por um mergulho em atmosferas que oscilam entre a penumbra e a claridade, onde o mistério e a sensualidade se entrelaçam com uma observação minuciosa dos detalhes culturais. Sua prosa combina elegância com coloquialidade, criando tensões sutis que envolvem relações humanas complexas, muitas vezes atravessadas por dominação, submissão e obsessão. O ritmo varia do contemplativo ao dramático, com personagens que revelam suas contradições internas em narrativas que exploram o desejo, o ciúme e o conflito entre tradição e modernidade. A experiência de leitura convida a refletir sobre o que permanece oculto nas relações e na cultura, deixando perguntas sobre os limites do amor, da identidade e da transformação social.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.

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