
Título: Seven Types of Ambiguity
Autor: William Empson
Sinopse: Publicado pela primeira vez em 1930, Seven Types of Ambiguity (Sete Tipos de Ambiguidade) há muito é reconhecido como um marco na história da crítica literária inglesa. Revisado duas vezes desde que apareceu, permanece como um dos mais lidos e citados trabalhos de análise literária. Ambiguidade, de acordo com Mr. Empson, inclui "qualquer nuance verbal, embora leve, que dê espaço para reações alternativas a mesma peça de linguagem". Desta definição, admitida como muito abrangente e as vezes parece "esticada absurdamente", ele se lança numa brilhante discussão, sob sete classificações de diferentes complexidades e profundidades, de trabalhos tais como, entre outros, as peças de Shakespeare e a poesia de Chaucer, Donne, Marvell, Pope, Wordsworth, G. M. Hopkins, e T. S. Eliot.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Seven Types of Ambiguity”, de William Empson, publicado pela editora New Directions, em 1930 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: New Directions
Páginas: 272
Ano: 1930
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780811200370
Sobre a editora
Os livros da editora New Directions costumam apresentar uma experiência de leitura marcada por densidade literária e uma linguagem que oscila entre o poético e o filosófico. Muitas obras exploram temas como a condição humana, o tempo, a memória e a identidade, frequentemente ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos, como pequenas comunidades isoladas ou grandes transformações sociais. O catálogo revela um interesse por narrativas que combinam o experimental com o intimista, ora com ritmo meditativo e reflexivo, ora com humor ácido e ironia. A diversidade editorial é notável, com obras que transitam entre o lirismo de poemas e a prosa fragmentada, assim como entre ficções que desafiam a linearidade e relatos autobiográficos com forte carga emocional.
