
Título: Sevilha e a América nos séculos XVI e XVII
Autor: Pierre Chaunu
Sinopse: Este livro apresenta a América logo depois da Conquista, nos séculos XVI e XVII, e o sistema de comunicações no oceano Atlântico entre Sevilha, os portos da Andaluzia e das Canárias de um lado, e as Américas de outro. Sucessivamente: o mundo das ilhas cuja população indígena não sobreviveu ao choque microbiano e viral provocado pelos invasores, as colônias do istmo e da terra firme, mal ligadas entre si, as massas dominantes da Nova Espanha, sobre os platôs Mexica e do Peru. Compensada por sua massa, uma frágil parte da população subsiste no fim do século XVI. Ela já não é suficiente para manter, no século XVII, em seu nível anterior, a produção mineira, motor desta economia. A conjuntura dos tráficos e desta economia é apresentada sob formas de mapas e gráficos. A conclusão ensaia uma avaliação do peso da América neste primeiro esboço ainda incerto de economia-mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sevilha e a América nos séculos XVI e XVII”, de Pierre Chaunu, publicado pela editora Difel, em 1980 e com 342 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 342
Ano: 1980
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
