
Título: SEXO A alienação do desejo
Autor: Luiz Nazário
Sinopse: Quem se acostumou às criticas cinematográficas de Luiz Nazário na grande imprensa dificilmente poderia imaginá-lo distante das salas de projeção, como neste livro. Aqui, longe dos planos e personalidades do cinema, Nazário se aventura pelo universo antropológico do desejo. Constrói, através de pequenos ensaios, uma grande crônica da sexualidade, onde o sexo, onipresente, é fator de preservação, transmissão e reprodução de ideologias. O desejo, alienado do homem, é domínio do poder. Fica descartado assim um possível apelo erótico de termos como nudez, beijo, olhar. Todos não passam de conceitos e, como conceitos, todos coíbem o desejo de uma existência livre, natural e expontânea. Propondo leituras supreendentes e provocadoras das relações humanas, Nazário observa que, embora certo de que não existe como fugir, recusa-se a firmar um pacto com aquilo que se vê.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “SEXO A alienação do desejo”, de Luiz Nazário, publicado pela editora Brasiliense, em 1987 e com 117 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 117
Ano: 1987
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
