
Título: Sexo, Glamour & Balas
Autor: Eduardo Torelli
Sinopse: Criado na década de 1950 pelo escritor inglês Ian Fleming, James Bond é um personagem indestrutível dentro e fora das telas: ao longo de cinco décadas, tem enfrentado organizações como SMERSH e S.P.E.C.T.R.E. (sempre empenhadas em dominar o mundo) sem desfazer o nó da gravata. A maior proeza do herói, porém, é manter-se sucesso de bilheteria há mais de quarenta anos, desde que se apresentou às platéias pela primeira vez com a frase "Bond... James Bond". De lá para cá, o agente não parou de percorrer o mundo na pista de perigosos terroristas internacionais e dos mais atraentes rabos de saia. Isso porque, entre um Martini com Vodca e outro, seduzir lindas garotas tornou-se a segunda ocupação do herói. Assim é Bond, James Bond. Em "Sexo, Glamour e Balas", abrangente estudo sobre o mítico personagem, o jornalista Eduardo Torelli recorda os saudosos thrillers de 007, que conquistaram leitores anônimos e famosos (como o ex-presidente John Kennedy), e os filmes que cunharam sua imagem junto ao grande público. As imitações sao muitas, mas James Bond é um só...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sexo, Glamour & Balas”, de Eduardo Torelli, publicado pela editora Opera Graphica Editora, em 2003 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Opera Graphica Editora
Páginas: 240
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora OPERA GRAPHICA EDITORA costumam explorar narrativas densas e envolventes, muitas vezes ambientadas em universos sombrios e fantásticos. O catálogo traz desde histórias de horror clássico com vampiros e criaturas sobrenaturais, até quadrinhos que misturam suspense, ação e crítica social, como relatos sobre a Amazônia e mitos locais. A linguagem visual é marcante, com traços que variam do clássico ao moderno, e o ritmo das histórias pode ser tanto acelerado e alucinante quanto reflexivo e mordaz. Há uma atenção clara a personagens icônicos do terror nacional, assim como a obras que dialogam com o imaginário popular e cultural brasileiro.
