
Título: Seydou Keita
Autor: Seydou Keita
Sinopse: O catálogo homônimo da exposição Seydou Keïta, apresenta inúmeros retratos dos habitantes de seu país. Em seu estúdio, localizado perto da estação ferroviária de Bamako, registrava as expressões, os vestuários e os gostos dos visitantes que passavam por lá. Realizadas entre 1948 e 1962, suas imagens também mostram um período de transformação no Mali, quando o país caminhava rumo à sua independência, em 1960. Autodidata, Keïta começou a fotografar logo após receber do seu tio uma Kodak Brownie, câmera popular na época. Curioso, tentava aprender a técnica enquanto trabalhava como carpinteiro, ofício de sua família. Aos poucos, aperfeiçoou sua prática, e também começou a revelar suas próprias imagens. Em 1948, abriu seu estúdio, onde retratou a elite de Bamako, a pequena-burguesia em ascensão em pleno regime colonial, mas também gente do campo em visita à cidade. Essa tensão entre modernidade e tradição pode ser identificada nos próprios retratos produzidos pelo fotógrafo.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Seydou Keita”, de Seydou Keita, publicado pela editora IMS, em 2018 e com 169 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: IMS
Páginas: 169
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8583460469
ISBN13: 9788583460466
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,200
- Altura (cm): 28,20
- Largura (cm): 23,60
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora IMS convidam o leitor a um mergulho visual e intelectual em temas ligados à fotografia, artes visuais e cultura brasileira e internacional. A experiência de leitura costuma combinar imagens históricas ou contemporâneas com textos críticos e ensaios que ampliam a compreensão do tema, criando um diálogo entre imagem e palavra. O catálogo revela um interesse constante por projetos que exploram a fotografia como documento social e artístico, além de publicações que valorizam a pesquisa e a curadoria cuidadosa. O tom das obras varia entre narrativas visuais densas e reflexões mais analíticas, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto instigante, conforme o foco do livro.
