
Título: Shamanism: An Introduction
Autor: Margaret Stutley
Sinopse: Shamanism is one of the earliest and farthest-reaching magical and religious traditions, vestiges of which still underlie the major religious faiths of the modern world. The function of the shaman is to show his or her people the unseen powers behind the mere appearances of nature, as experienced through intuition, in trance states, or during ecstatic mystical visions. Shamans possess healing powers, communicate with the dead and the world beyond, and influence the weather and movements of hunting animals. The psychological exaltation of shamanism trance states is similar to the ecstasies of Yogis, Christian mystics and dervishes. Shamanism: An Introduction traces the development of shamanism in its many fascinating global manifestations. Looking at shamanic practices from Siberia to China and beyond, it provides an accessible guide to one of the world's most ancient, notorious and frequently misrepresented spiritual traditions. Placing special emphasis on the climate, geographic and cultural pressures under which shanic customs arose and continue to be observed, Margaret Stutley summarizes and clearly explains the logic of a faith whose fantastical elements hold a special place in popular imagination.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Shamanism: An Introduction”, de Margaret Stutley, publicado pela editora Routledge, em 2002 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Routledge
Páginas: 148
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780415273183
Sobre a editora
Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.
