
Título: Shatter (Joseph O'Loughlin, 3)
Autor: Michael Robotham
Sinopse: In "the most suspenseful book I read all year" (Stephen King), a psychologist faces off against a killer who destroys his victims from the inside out.
Joe O'Loughlin is in familiar territory standing on a bridge high above a flooded gorge, trying to stop a distraught woman from jumping. "You don't understand," she whispers, and lets go. Joe is haunted by his failure to save the woman, until her teenage daughter finds him and reveals that her mother would never have committed suicide not like that. She was terrified of heights.
What could have driven her to commit such a desperate act? Whose voice? What evil?
Having devoted his career to repairing damaged minds, Joe must now confront an adversary who tears them apart. With pitch-perfect dialogue, believable characters, and astonishingly unpredictable plot twists, Shatter is guaranteed to keep even the most avid thriller readers riveted long into the night.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Shatter (Joseph O’Loughlin, 3)”, de Michael Robotham, publicado pela editora Mulholland Books, em 2012 e com 496 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Mulholland Books
Páginas: 496
Ano: 2012
Edição: 1
Linguagem: en
ISBN: 0316187429
ISBN13: 9780316187428
Sobre a editora
Os livros da editora Mulholland Books costumam mergulhar o leitor em histórias de suspense e mistério que exploram tanto o sobrenatural quanto o realista, muitas vezes com protagonistas envolvidos em investigações complexas. A narrativa privilegia um ritmo tenso, com reviravoltas e personagens multifacetados enfrentando dilemas morais e situações extremas. O catálogo sugere um interesse por tramas que transitam entre o thriller psicológico, o noir contemporâneo e o suspense policial, com ambientações que vão de cidades marcadas pela violência até cenários históricos ou tecnológicos. Há obras que combinam ação intensa com elementos de investigação detalhada, além de outras que exploram a dimensão humana por trás do crime e da justiça.
