
Título: She's Not the Man I Married
Autor: Helen Boyd
Sinopse: Helen Boyd's husband, who had long been open about being a cross-dresser, was considering living as a woman full time. Suddenly, Boyd was confronted with the reality of what it would mean if her husband were actually to become a woman socially, legally, and medically. Would Boyd love and desire her partner the same way? Boyd's first book, My Husband Betty, explored the relationships of cross-dressing men and their partners. Now, She's Not the Man I Married is both a sequel and a more expansive examination of gender in relationships. It's for couples who are homosexual or heterosexual, and for readers who fall anywhere along the gender continuum. As Boyd struggles to understand the nature of marriage, passion, and love, she shares her confusion and anger, providing a fascinating observation of the ways in which relationships are gendered, and how we cope, or don't, with the emotional and sexual pressures that gender roles can bring to our marriages and relationships.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “She’s Not the Man I Married”, de Helen Boyd, publicado pela editora Seal Press, em 2007 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Seal Press
Páginas: 320
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 0786750545
ISBN13: 9780786750542
Sobre a editora
Os livros da editora Seal Press costumam abordar temas relacionados à experiência feminina sob múltiplas perspectivas, entrelaçando relatos pessoais intensos e análises sociais críticas. A leitura aqui é marcada por narrativas que exploram desde a sexualidade e relacionamentos contemporâneos até a luta contra violência e desigualdade, sempre com um tom direto e por vezes íntimo. O catálogo privilegia vozes que questionam padrões sociais, seja por meio de memórias, ensaios ou guias práticos, oferecendo um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras de cunho informativo e reflexivo. Essa diversidade editorial cria um ambiente de leitura que tanto provoca o pensamento quanto convida à empatia, com ritmo que varia entre o envolvente e o didático.
