
Título: Shikasta: Re-colonised Planet 5
Autor: Doris Lessing
Sinopse: This is the first volume in the series of novels Doris Lessing calls collectively Canopus in Argos: Archives. Presented as a compilation of documents, reports, letters, speeches and journal entries, this purports to be a general study of the planet Shikasta, clearly the planet Earth, to be used by history students of the higher planet Canopus and to be stored in the Canopian archives. For eons, galactic empires have struggled against one another, and Shikasta is one of the main battlegrounds. Johar, an emissary from Canopus and the primary contributor to the archives, visits Shikasta over the millennia from the time of the giants and the biblical great flood up to the present. With every visit he tries to distract Shikastans from the evil influences of the planet Shammat but notes with dismay the ever-growing chaos and destruction of Shikasta as its people hurl themselves towards World War III and annihilation.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Shikasta: Re-colonised Planet 5”, de Doris Lessing, publicado pela editora Jonathan Cape Ltd, em 1979 e com 365 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Jonathan Cape Ltd
Páginas: 365
Ano: 1979
Edição: 1st
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0224017675
ISBN13: 9780224017671
Sobre a editora
Os livros da editora Jonathan Cape Ltd revelam uma predileção por narrativas que exploram ambientes variados, do urbano ao futurista, com um olhar atento a detalhes culturais e sociais. Muitas obras apresentam uma escrita que combina observação crítica, humor sutil e uma certa densidade reflexiva, seja em relatos de viagem, contos de ficção especulativa ou ensaios que transitam entre o cotidiano e o imaginário. O catálogo sugere uma alternância entre textos mais fragmentados, como pequenas peças ou postais, e outros com estrutura mais tradicional, incluindo coletâneas de ensaios e histórias curtas. Essa diversidade cria um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, convidando leitores que apreciam tanto a ironia fina quanto a invenção literária.
