
Título: Shimandur: a cidade da chuva
Autor: Caio Bezarias
Sinopse: Shimandur é a maior, mais rica e poderosa cidade do Valesh, o continente meridional. Mas essa metrópole é conhecida e citada menos por seu poder e riqueza, do que ser terrível e fabulosa. Uma cidade repleta de magia e de magos, em um mundo em que a magia tornou-se escassa, temida e admirada. A cidade amaldiçoada. O lugar em que água da chuva, ao tocar o solo carregado de manah — a misteriosa força primordial, “o sangue, a essência do universo” — convoca milenares torres gigantes das profundezas da terra para rasgar as ruas, destruir e esmagar, transforma cadáveres e ossadas de animais em monstros sanguinários. Uma cidade em que um festival de horrores e morte sempre retorna a cada tempestade ou chuvisco. Assim é há mais de cem anos. Alex e seus amigos sobrevivem em Shimandur, não mais suportam suas vidas e sua cidade e querem que tudo seja diferente. Uma noite, em uma taverna decrépita encontram Charles, um estranho músico que diz saber como atingir a Torre Máxima, o centro da Floresta dos Pesadelos Encarnados, de onde, conta-se nas ruas, parte a maldição que castiga a Cidade da Chuva.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Shimandur: a cidade da chuva”, de Caio Bezarias, publicado pela editora Devir, em 2015 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 160
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575326252
ISBN13: 9788575326251
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
