
Título: Short movies
Autor: Gonçalo M. Tavares
Sinopse: Short movies é composto de pequenas cenas cotidianas, nas quais o autor exerce sua maior qualidade: a de observador. Como uma câmera, ele captura momentos de beleza e absurdo, retratados com extrema originalidade e singeleza. É o mundo que todos conhecem, mas visto da maneira como só Gonçalo M. Tavares é capaz. “Ele não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater!” José Saramago, em 2005 “Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de qualquer outro que você tenha lido antes. Ele tem um dom – como Kafka ou Beckett – de revelar os caminhos nos quais a lógica pode servir fielmente tanto à loucura quanto à razão. Seus livros podem ser sombrios e inquietantes, mas eles são, por isso mesmo, revigorantes numa forma que apenas o trabalho de um artista poderosamente original pode ser.” Mark O''''Conell, The New Yorker
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Short movies”, de Gonçalo M. Tavares, publicado pela editora Dublinense, em 2020 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Dublinense
Páginas: 96
Ano: 2020-11-02
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8583180652
ISBN13: 9788583180654
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.
