
Título: ¡Sí, tiene en portugués!
Autor: Marcos Francowicz (org)
Sinopse: O projeto ¡SÍ, TIENE EN PORTUGUÉS! é norteado pela ideia de "tradução como exercício radical de alteridade", indicada pelo artista e pesquisador Jorge Menna Barreto em seu exercício de transcriação a partir de um texto da historiadora e crítica de arte Rosalyn Deutsche. Para Menna Barreto, a tradução e a esfera pública estão um para o outro, na medida em que os dois são fundados pela alteridade/outridade. A partir dessa premissa, é possível delinear algumas questões que cercam o artista que traduz: de que forma esse artista se relaciona com esses autores? O que é o artista-tradutor? Como textos de outros contextos afetam uma produção que nasce num aqui, como se dão essas traduções, o que se perde e o que se ganha? Como visualizar essas semelhanças entre tradução e esfera pública? Para ampliar e tentar responder estas questões, 10 artistas foram convidados a traduzir para o português textos que fazem parte de seus universos de pesquisas e produções, reunindo aqui diferentes modos de pensar a tradução. São eles: Fábio Morais, Felipe Prando, Jorge Menna Barreto, Keila Kern, Maíra Dietrich, Milla Jung, Paulo Reis, Raquel Garbellotti e Rodrigo Matheus (coautor), Regina Melim e Wallace Masuko.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “¡Sí, tiene en portugués!”, de Marcos Francowicz (org), publicado pela editora Funarte, em 2015 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Funarte
Páginas: 124
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788591773312
Sobre a editora
Os livros da editora Funarte costumam oferecer uma imersão profunda em temas ligados às artes cênicas, música e cultura brasileira, com uma atenção especial à memória e à pesquisa histórica. A leitura frequentemente envolve narrativas que combinam relatos pessoais, estudos culturais e técnicos, criando um ritmo que alterna entre o didático e o mais narrativo. O catálogo revela obras que dialogam com a identidade cultural nacional, explorando desde a arte moderna até as técnicas de cenografia e iluminação, além de biografias e crônicas que destacam personagens e movimentos artísticos. O tom, por vezes, é contemplativo e reflexivo, convidando o leitor a uma compreensão mais densa do contexto artístico e social.
