
Título: Siddartha: Eine indische Dichtung
Autor: Hermann Hesse
Sinopse: Siddhartha, die weltberühmte Legende von der Selbstbefreiung eines jungen Menschen aus familiärer und gesellschaftlicher Fremdbestimmung zu einem selbständigen Leben, zeigt, daß Erkenntnis nicht aus Lehren zu vermitteln ist, sondern nur durch eigene Erfahrung erworben werden kann. Hermann Hesse erzählt die fiktive Lebensgeschichte Buddhas - Siddhartha ist sein Vorname - und ergründet, "was allen Konfessionen und menschlichen Formen der Frömmigkeit gemeinsam ist, was über allen nationalen Verschiedenheiten steht, was von jeder Rasse und von jedem einzelnen geglaubt werden kann". Wie authentisch diese indische Dichtung buddhistisches und taoistisches Gedankengut assimiliert hat, zeigt sich nicht nur stilistisch in der rhythmischen Diktion der Reden Buddhas, sondern auch wirkungsgeschichtlich durch die millionenfache Verbreitung, die das Buch in den asiatischen Ländern gefunden hat. Hesses Großeltern und Eltern waren Missionare in Indien. Ohne diese frühen Prägungen und die Vertrautheit des Dichters mit den kulturellen Traditionen des Buddhismus, Hinduismus und der chinesischen Philosophie des Taoismus wäre es wohl kaum möglich gewesen, das Religionsübergreifende in so einprägsame Bilder zu bringen.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Siddartha: Eine indische Dichtung”, de Hermann Hesse, publicado pela editora Suhrkamp, em 2007 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Suhrkamp
Páginas: 120
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: alemão
ISBN: 3518458531
ISBN13: 9783518458532
Sobre a editora
Os livros da editora Suhrkamp costumam apresentar narrativas densas que exploram conflitos históricos, filosóficos e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos europeus marcados por guerras e transformações sociais. A leitura frequentemente envolve um tom reflexivo e por vezes melancólico, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e coletivos em meio a crises políticas ou culturais. Há obras que se aproximam do relato fragmentado e intimista, enquanto outras adotam uma abordagem mais analítica e discursiva, como correspondências profundas ou ensaios sobre arte e pensamento. O catálogo revela uma predileção por textos que desafiam o leitor a acompanhar tensões entre memória, identidade e a complexidade das relações humanas.
