
Título: Sigmund Freud o Seculo da Psicanalise: 1895 - 1995
Autor: Rodrigué Emilio
Sinopse: Para um psicanalista, historizar Freud significa futucar Freud; significa deitá-lo no divã. Trata-se de aplicar um instrumental para desvelar a personalidade última do herói. Pretende-se furar sua pele manifesta, escrutar seu corpo biográfico, passar o pente fino a procura de piolhos existenciais. Os escritores desse gênero são impiedosos. O biógrafo nato é um sujeito cruel, ávido por anedotas. Assim o autor deste livro se vê. São três volumes que não podem faltar na biblioteca daqueles que desejam, efetivamente, conhecer a vida do fundador da psicanálise.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Sigmund Freud o Seculo da Psicanalise: 1895 – 1995”, de Rodrigué Emilio, publicado pela editora Editora Escuta, em 1995 e com 370 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Editora Escuta
Páginas: 370
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571371024
ISBN13: 9788571371026
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,543
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Escuta convidam o leitor a um mergulho profundo no campo da psicanálise, da filosofia e das artes, com textos que exploram tanto a teoria quanto a prática clínica contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e denso, que privilegia o diálogo entre conceitos clássicos e questões atuais, muitas vezes atravessadas por temas como subjetividade, cultura, e a complexidade das relações humanas. O catálogo sugere obras que transitam entre o ensaio teórico, a análise clínica e a crítica cultural, com narrativas que exigem atenção e envolvimento do leitor. Há uma predominância de textos que abordam a psicanálise sob diferentes perspectivas, ora mais conceituais, ora mais aplicadas, o que revela uma diversidade em ritmo e densidade, mas sempre com um foco na escuta e na compreensão do sujeito.
