
Título: Simplicidades Insolúveis
Autor: Roberto Casati
Sinopse: As 39 histórias de Roberto Casati e Achille Varzi reunidas em Simplicidades insolúveis são um brilhante exercício de aproximação entre a escrita filosófica e as experiências da vida comum. São pequenas ficções que ilustram alguns dos problemas centrais da filosofia, como os conceitos de natureza e cultura, a relação espaço-tempo, e o limite entre sono e vigília. Além disso, os personagens de cada episódio migram de uma história para outra, cada qual encarnando um tipo específico: o esperto, o curioso, o tolo, o importuno, o perplexo, o questionador. Todos às voltas com paradoxos e pontos cegos que insistem em contrariar o senso comum.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Simplicidades Insolúveis”, de Roberto Casati, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2005 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 192
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535907491
ISBN13: 9788535907490
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,245
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
