
Título: Sincretinismo
Autor: Mauro Galvão
Sinopse: À procura da amada, Diagonino (aquele que não é horizonte nem vértice, mas diagonal, oblíquo) desfila "cantigas de amigo" medievais, e-mails e diálogos mais que bizarros para enlear-se nas malhas do "martirimônio" - termo jocoso cunhado por Galvão para designar "as bodas da agonia e do sufoco: laço nupcial muito apertado; casamento da incompatibilidade". Assim, Diagonino emite apelos melancólicos e hilários em linguajar arcaico, como "ai minha senhor/ san versos, esses, de dor/ e non los canso d'cantar/ por-favor!!/ um e-mail. qualcoisa diga/ três por quatro pro meu porta retrato". Tudo isso sendo a possível metáfora da incomunicabilidade humana nessa era de mando da mídia e da moda. O fato é que Mauro Galvão, com "Sincretinismo", desponta como um dos mais vigorosos e ousados autores da nova poesia catarinense.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sincretinismo”, de Mauro Galvão, publicado pela editora Cultura em Movimento, em 1999 e com 95 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultura em Movimento
Páginas: 95
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
