
Título: Singular
Autor: Leonardo Nunes
Sinopse: Um homem, uma mulher. Versos de amor, de encontro, de paixão. A vida no sentido mais leve e completo do ser, o estado de paixão onde se escuta sem fôlego as insignificâncias do relacionamento, aqueles pormenores da vida íntima que transborda e é de sutil delicadeza. O livro ''''Singular'''', de Leonardo Nunes, elabora, em forma de poemas, elementos que dão voz à construção de um lar, essa vivência/sensibilidade que acolhe prenúncios de um amor que, como dizia Otávio de Faria, ''''não é impossível, seguramente não o é. Mas é um milagre o milagre de um equilíbrio que nada consegue romper, apesar de sua infinita fragilidade.''''
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Singular”, de Leonardo Nunes, publicado pela editora Jaguatirica, em 2018 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Jaguatirica
Páginas: 168
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556621465
ISBN13: 9788556621467
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,198
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora JAGUATIRICA convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre o ensaio histórico e a ficção sensível, com uma atenção especial às relações humanas e às tensões sociais. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a memória, o cotidiano e os dilemas contemporâneos, ora com um tom reflexivo e filosófico, ora com uma escrita mais lírica e poética. A presença de textos que abordam conflitos familiares, processos de mediação e autoconhecimento indica um interesse em temas que dialogam com a transformação pessoal e social. Ao mesmo tempo, há espaço para obras que trazem relatos históricos detalhados e análises culturais, ampliando o espectro para leitores que buscam profundidade e contextualização. A diversidade do catálogo da JAGUATIRICA mostra-se, portanto, em sua capacidade de reunir títulos que vão do íntimo ao coletivo, do passado ao presente, com ritmo e densidade variados.
