
Título: Six Days in Bombay
Autor: Alka Joshi
Sinopse: When renowned painter Mira Novak arrives at Wadia hospital in Bombay after a miscarriage, she's expected to make a quick recovery, and her nurse, Sona, is excited to learn more about the vivacious artist who shares her half-Indian identity. Sona, yearning for a larger life, finds herself carried away by Mira's stories of her travels and exploits and is shocked by accounts of the many lovers the painter has left scattered throughout Europe. When Mira dies quite suddenly and mysteriously, Sona falls under suspicion, and her quiet life is upended. The key to proving Sona's innocence may lie in a cryptic note and four paintings Mira left in her care, sending the young woman on a mission to visit the painter's former friends and lovers across a tumultuous Europe teetering toward war. On the precipice of discovering her own identity, Sona learns that the painter's charming facade hid a far more complicated, troubled soul. In her first stand-alone novel since her bestselling debut, The Henna Artist, Alka Joshi uses the life of painter Amrita Sher-Gil, the "Frida Kahlo of India," as inspiration for the story's beginning to explore how far we'll travel to determine where we truly belong.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Six Days in Bombay”, de Alka Joshi, publicado pela editora MIRA, em 2025 e com 349 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: MIRA
Páginas: 349
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora MIRA costumam apresentar narrativas que transitam entre o suspense policial e o drama humano, construindo tramas onde segredos, investigações e relações pessoais se entrelaçam. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens que enfrentam dilemas morais e desafios emocionais intensos, em cenários que vão desde cidades grandes até pequenas comunidades. O tom varia entre o tenso e o intimista, com ritmo que pode ser ágil em thrillers ou mais contemplativo em histórias de reconstrução pessoal. O catálogo sugere uma predileção por enredos que exploram a complexidade das relações humanas em meio a conflitos externos e internos.
