
Título: Snoopy: Isto É Tóquio Charlie Bronwn
Autor: Charles M. Schulz
Sinopse: Charlie Brown é um péssimo arremessador e comanda um time que nunca ganhou uma partida sequer, e que para completar tem um cachorro como melhor jogador. Após perder mais um arremesso e deixar seus amigos zangados com a eliminação do time na temporada de beisebol, Charlie Brown recebe uma carta do presidente dos Estados Unidos, convocando-os para representarem o país numa partida de beisebol no Japão. Ao contar sobre a carta para seus amigos, todos se esquecem das antigas derrotas, e até mesmo Patty Pimentinha, excelente jogadora de uma liga superior, decide integrar a equipe e embarcar na aventura. O próprio Charlie Brown, antes desiludido com o esporte, acaba se animando e ganha novas esperanças de vencer algum jogo e se consagrar entre seus amigos. Em uma semana, todos chegam a Tóquio e aproveitam para conhecer a capital do Japão, divertindo-se ou se admirando com as diferenças culturais. Mas, como não podia deixar de acontecer, Snoopy se mete em algumas confusões, que incluem uma desastrada luta de sumô.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Snoopy: Isto É Tóquio Charlie Bronwn”, de Charles M. Schulz, publicado pela editora Nemo, em 2013 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nemo
Páginas: 104
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Nemo oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade dos quadrinhos, que transitam entre narrativas de aventura, histórias reais e ficção científica. O catálogo apresenta obras que exploram desde o cotidiano íntimo e familiar até grandes temas sociais e políticos, com personagens que enfrentam conflitos pessoais e coletivos em cenários que vão do urbano ao exótico, como a África ou o Oriente Médio. A linguagem varia entre o humor sutil e o tom mais dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto ágil, dependendo da obra. Há também espaço para a experimentação gráfica e para o diálogo entre o texto e a imagem, o que torna a leitura envolvente para públicos diversos.
