
Título: Só Sei que Nada Sei. Sócrates, Platão e Aristóteles
Autor: Silvana de Menezes
Sinopse: Com uma linguagem jovial e bem-humorada, Silvana de Menezes, em Só sei que nada sei, faz uma incursão pela Grécia Antiga, berço da filosofia ocidental, que deixou um legado enorme de filósofos. Mas, sem dúvida, os responsáveis por elevarem o pensamento à categoria de Filosofia foram Sócrates, Platão e Aristóteles. Mesclando teatro e história, e por meio da humanização das personagens, o livro coloca no centro do palco os três protagonistas do espetáculo da vida, que leva o espectador a filosofar depois que as cortinas se fecham e o mistério se inicia.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Só Sei que Nada Sei. Sócrates, Platão e Aristóteles”, de Silvana de Menezes, publicado pela editora Cortez, em 2011 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Cortez
Páginas: 48
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8524913282
ISBN13: 9788524913280
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,165
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
