
Título: Sobrados da Zona Oeste
Autor: Fernando Martinho
Sinopse: Para realizar esta documentação fotográfica dos sobrados de São Paulo, Fernando Martinho carrega, há dois anos, duas máquinas, uma Rolleiflex de 1960 (contemporânea de boa parte das casas registradas) e a Canon digital que é seu instrumento diário de trabalho. Aponta a segunda para o visor da primeira, que foca o sobrado. E assim reproduz digitalmente o prisma da Rollei, remetendo a um paralelo de obsolescências. Ao mesmo tempo, como a Rollei não é uma câmera reflex (não tem espelho), as imagens aparecem invertidas, sugerindo a inversão de valores do movimento especulativo que orienta a evolução urbana de São Paulo. Prefácio de Cristiano Mascaro e texto crítico de Cláudia Linhares Sanz.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Sobrados da Zona Oeste”, de Fernando Martinho, publicado pela editora Olhares, em 2012 e com 100 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: Olhares
Páginas: 100
Ano: 2012-01-01
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8562114162
ISBN13: 9788562114168
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,388
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Olhares oferecem uma experiência de leitura que combina rigor documental e uma sensibilidade visual marcante, com obras que transitam entre narrativas históricas, técnicas artísticas e estudos culturais. A presença constante de imagens, como fotografias históricas e ensaios fotográficos, cria um diálogo entre texto e imagem, enriquecendo a compreensão dos temas abordados. O catálogo mostra um interesse por processos criativos, seja na pintura em aquarela, no design de móveis ou na fotografia, sempre com um tom didático e acessível, que valoriza a experiência prática e o olhar atento. Há obras que exploram histórias pessoais e coletivas, como memórias do cangaço ou trajetórias artísticas, enquanto outras se dedicam a técnicas e fundamentos, como tipografia e teoria das cores, com linguagem clara e exemplos ilustrativos.
