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Sobre a Violência

Título: Sobre a Violência

Autor: Hannah Arendt

Sinopse: Em SOBRE A VIOLÊNCIA, Arendt faz uma análise da natureza e causas da violência na segunda metade do século XX. O ensaio foi escrito entre 1968 e 1969, datas que evocam experiências políticas cruciais como a inusitada rebelião estudantil em todo o mundo e os confrontos raciais que ela ensejou nos Estados Unidos; a Guerra do Vietnã e os movimentos de resistência e desobediência civil por ela engendrados; a glorificação da violência pelos militantes de esquerda e pelos movimentos de descolonização. Em todos esses acontecimentos, observa-se o crescente emprego da violência nas relações políticas, aspecto que motivou essa importante reflexão teórica. Vivemos em meio a uma escalada mundial de destruição e guerras. Como compreender esse momento? Em perspectiva histórica, Arendt reexamina a relação entre guerra e política, violência e poder. Questiona a natureza do comportamento violento, mostra as causas das suas muitas manifestações e finalmente discorda da máxima de Mao Tsé-tung o poder se origina do cano de uma arma, propondo, em vez disso, que poder e violência são opostos; onde um reina absoluto, o outro está ausente. Para Celso Lafer, que assina o prefácio, Arendt fez neste pequeno grande livro uma oportuna e vigorosa crítica da apologia da violência.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sobre a Violência”, de Hannah Arendt, publicado pela editora Relume-Dumará, em 1994 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Relume-Dumará

Páginas: 116

Ano: 1994

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Hannah Arendt provoca uma imersão em análises densas e rigorosas sobre temas políticos e históricos do século XX, especialmente o totalitarismo, a violência e a condição humana em tempos de crise. Sua prosa é marcada por um ritmo que combina rigor conceitual com uma clareza que desafia o leitor a refletir profundamente, sem concessões fáceis. O tom oscila entre o crítico e o contemplativo, revelando tensões entre o poder e a violência, o indivíduo e a massa, a ética e a política. A experiência é intelectual e ética, convidando a revisitar eventos e ideias com uma atenção minuciosa às causas e consequências. Os livros de Hannah Arendt exploram a complexidade da história política sem simplificações, deixando perguntas inquietantes sobre a natureza do mal, da responsabilidade e da liberdade.

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