
Título: Sobre (o) Tudo que Transborda
Autor: Paula Gicovate
Sinopse: Qualquer descrição, resenha, ou comentário seria pouco perto do que este livro é. Nada melhor, portanto, do que um trecho aleatório para ilustrar um pouco desse "tudo que transborda" - " E você sabe. Você sabe de cada pinta, de cada espaço, de cada mancha, cada buraco, e conhece o que está dentro, conhece até o que eu não vejo. Não sei o que acontece, não sei se ficaremos grudados para o resto da vida, mas o que eu sei agora é que você não precisa mais de mim. E isso dói. Dói também saber que a vida segue sem você (tem que seguir). Mas o que dói mais ainda é a comparação inevitável, é comparar você a todo o resto, e sentir seu cheiro no meio da rua, e ver suas coisas ainda espalhadas pelo meu quarto e usar suas gírias e ter você como referência e saber que no fundo, eu não estou à prova. Talvez você precise mesmo arrumar outra "florzinha", alguém menos pseudo sexy cool, ou pelo menos sexy cool de verdade, e talvez eu precise também de um outro cara que como você, tenha o encaixe perfeito do meu rosto e um peito que me faça dormir instantaneamente. Mas nunca, com ninguém, vamos ter o que tivemos (...)"
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sobre (o) Tudo que Transborda”, de Paula Gicovate, publicado pela editora MULTIFOCO, em 2009 e com 64 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: MULTIFOCO
Páginas: 64
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.
