
Título: Sobre taturanas, ilusões e depressão
Autor: Eduardo Canesin
Sinopse: Esta é uma história comum e, ao mesmo tempo, não é. Fala sobre a vida cotidiana, sobre o último ano do Ensino Médio, vestibulares e escolhas. Também fala sobre fracassos, reprovações, tentativas de suicídio, o diagnóstico da depressão e o seu tratamento. Fala, por fim, das tentativas de melhora, dos planos e dos temores – bem como de uma vida dominada por medicamentos. Até aí, temos uma história comum. Aqui, no entanto, realidade e ilusões se misturam (efeito dos antidepressivos, da doença, conveniência narrativa ou o mundo sendo ele mesmo?). Há espaço para taturanas azuis falantes e questões importantes sobre a vida – talvez as únicas que valham ser feitas. Mas não se enganem: aqui, não há respostas, apenas indagações. Essa é uma história sobre a vida e suas possibilidades (que, muitas vezes, teimamos em não ver). Bem-vindos ao mundo real.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sobre taturanas, ilusões e depressão”, de Eduardo Canesin, publicado pela editora Darda, em 2018 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Darda
Páginas: 124
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788554431013
Sobre a editora
Os livros da editora Darda costumam transportar o leitor a universos onde o fantástico se entrelaça com o cotidiano, revelando mistérios da natureza e da alma humana. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram lendas, monstros e elementos sobrenaturais, com um tom que varia entre o suspense, a aventura e a reflexão poética. O catálogo indica uma predileção por histórias que desafiam os limites do real, seja em florestas remotas, mundos imaginários ou em conflitos internos intensos. Além disso, há espaço para obras que dialogam com o folclore brasileiro e para textos que exploram a poesia e a comunicação, ampliando o espectro do que se entende por literatura fantástica e sensível.
