
Título: Sobreviventes do Césio 137
Autor: Carla Lacerda
Sinopse: "A edição ampliada e atualizada do livro de Carla Lacerda, com colaboração de Yago Sales, partilha narrativas sobre o maior acidente radiológico já ocorrido em área urbana. As entrevistas exclusivas concedidas pelas vítimas à jornalista se apresentam como um Fio de Ariadne, que perpassa a lembrança resistente do episódio ocorrido em Goiânia, Goiás, Brasil. Além de envolver leitoras e leitores num exercício de empatia, por meio do jornalismo literário, esta publicação também denuncia inconsistência em relatórios divulgados pelo Governo do Estado de Goiás. Por ocasião dos 30 anos do desastre, o Centro Estadual de Assistência aos Radioacidentados (Cara) informou à imprensa mundial que, até 2017, seis pessoas contaminadas haviam morrido de câncer. Em 2007, no entanto, os casos comprovados de óbito pela doença já eram 15. 'Sobreviventes do Césio 137' sustenta esta importante denúncia, como um manifesto contra o apagamento desta história."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sobreviventes do Césio 137”, de Carla Lacerda, publicado pela editora Nega Lilu Editora, em 2018 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nega Lilu Editora
Páginas: 144
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8569770022
ISBN13: 9788569770022
Sobre a editora
Os livros da editora Nega Lilu Editora exploram experiências humanas sob perspectivas que mesclam o cotidiano com elementos poéticos e experimentais. A leitura frequentemente envolve narrativas que dialogam com o tempo, as relações afetivas e a construção da identidade, muitas vezes atravessadas por uma linguagem sensível e reflexiva. O catálogo apresenta obras que transitam entre formatos híbridos, como livros que se aproximam de zines ou experimentos gráficos, e textos que valorizam a materialidade do objeto. O tom varia entre o intimista e o dramático, com histórias que podem ser contadas do fim para o começo ou que se estruturam em diálogos e fragmentos. Essa diversidade sugere uma editora aberta a propostas que desafiam a linearidade narrativa e exploram o afeto e a memória.
