
Título: Sociologia de Proudhon, A
Autor: ZENI Bruno
Sinopse: Percorrendo a produção de João Antônio desde o lançamento, em 1963, de Malagueta, Perus e Bacanaço, este livro analisa seus contos além dos três principais textos autobiográficos nos quais as figuras paternas (pais ou pais substitutos) têm papel decisivo para os protagonistas. A relação entre eles se expressa por meio da malandragem, que aparece, para além dos estereótipos de comportamento, como mecanismo de funcionamento social, estratégia de sobrevivência e de inserção em uma sociedade violenta sobretudo São Paulo, mas também Rio de Janeiro, em meados do século XX. Bruno Zeni identifica o que chama de a sinuca dos malandros , isto é, as contradições, limitações e impasses dos personagens, além da própria procura de sentido que se esboça nas obras. Atento aos aspectos sociais, psicológicos, biográficos e paraliterários dos textos, Zeni prioriza afinal a interpretação literária, buscando levantar questões relevantes e situar a obra de João Antônio na tradição literária brasileira.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Sociologia de Proudhon, A”, de ZENI Bruno, publicado pela editora Edusp, em 2017 e com 388 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Edusp
Páginas: 388
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531415764
ISBN13: 9788531415760
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,610
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
