
Título: Sociologia do Jornalismo
Autor: Erik Neveu
Sinopse: Neste estudo sobre o jornalismo, o autor não defende uma tese, nem recolhe testemunhos de profissionais, mas propõe uma exploração das práticas jornalísticas. Propositalmente, fala de jornalismos, no plural, e utiliza os termos “rede” ou “interdependência” para dar conta de uma cartografia social em que se articulam as hierarquias próprias ao jornalismo e às empresas de comunicação, além das relações com as fontes, com os poderes sociais e com os públicos. Somente à custa de investigações sobre a história do jornalismo, a morfologia da profissão e as rotinas cotidianas do trabalho jornalístico é que pode tornar-se possível a abordagem de questões essenciais relativas aos “poderes” da profissão, seu papel político, seu futuro. Após uma genealogia da profissão e um relatório de inspeção, a análise se fixa sobre os jornalistas no trabalho, procurando decompor a rede das interdependências cotidianas, detendo-se no produto final de sua atividade: um escrito (textos, palavras, imagens). Por fim, o autor examina as questões ligadas ao “poder’ dos jornalistas e às evoluções da profissão. Além das fontes sociológicas francesa, inglesa e americana, este livro contém um texto de Manoel Marcos Guimarães sobre “Sociologia do jornalismo: o caso Brasil”.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Sociologia do Jornalismo”, de Erik Neveu, publicado pela editora Edições Loyola, em 2006 e com 216 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 216
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515030624
ISBN13: 9788515030620
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,175
- Altura (cm): 12,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
