
Título: Sociologia Do Negro Brasileiro
Autor: Clovis Moura
Sinopse: O potente pensamento antiacadêmico de Clóvis Moura encontra em sociologia do negro brasileiro o seu momento mais importante. Um livro-síntese ao iluminar o vínculo íntimo entre o problema dos negros e as questões estruturais da nossa sociedade. Investe contra um pensamento social subordinado ou submisso, estereotipado, puro reflexo da estrutura social brasileira, revelando, dessa maneira, a ideologia do autoritarismo a que esse pensamento serve - pois racismo e visão autoritária de mundo são as duas faces dessa moeda. Para além de uma sempre discutível imparcialidade científica ou de um puro racismo racionalizado, Clóvis Moura realiza uma crítica radical em uma obra de permanente atualidade.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Sociologia Do Negro Brasileiro”, de Clovis Moura, publicado pela editora Perspectiva, em 2019 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Perspectiva
Páginas: 320
Ano: 2019
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527311585
ISBN13: 9788527311588
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,341
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
