
Título: Sociologia e antropologia
Autor: Marcel Mauss
Sinopse: Alguns dos principais textos fundadores da antropologia social estão reunidos neste livro póstumo de Marcel Mauss, publicado em 1950. Além do clássico "Ensaio sobre a dádiva", os capítulos sobre magia (em colaboração com Henri Hubert), técnicas corporais, noção de pessoa e ideias de morte tornaram-se leitura obrigatória na formação em ciências sociais. O impacto de suas ideias fez-se sentir, ainda, entre linguistas, psicólogos, filósofos e historiadores. Em “Ensaio sobre a dádiva”, Mauss apresenta um estudo sobre o fenômeno da dádiva entre os povos da Polinésia, Melanésia e os indígenas da América do Norte, no qual defende que os fatores econômicos não são dissociáveis de outros aspectos da vida social: as trocas dizem respeito à sociedade no seu conjunto e derivam da obrigação de dar, receber e retribuir. Além dos ensaios de Mauss, a obra traz a célebre introdução de Claude Lévi-Strauss, um prefácio à primeira edição do sociólogo Georges Gurvitch, um texto "in memoriam" de Henri Lévy-Bruhl e orelha assinada pelo antropólogo Roberto Cardoso de Oliveira.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Sociologia e antropologia”, de Marcel Mauss, publicado pela editora Ubu Editora, em 2017 e com 576 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 576
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592886309
ISBN13: 9788592886301
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,643
- Altura (cm): 22,70
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
