
Título: Sociologia, Modernismo e Interpretação do Brasil
Autor: Martins Lara
Sinopse: Movimento de intensidade histórica, de longa duração, que conheceria nos anos 1930, sua forma de modernização conservadora, pelo alto, controlada pelo Estado, que estabeleceria certos limites de ruptura. Completando assim, sua relação com o modernismo que lhe serviria, através da técnica, estética e da ética modernista sua funcionalidade naquele contexto. A floração da sociologia modernista deste período, ao contrário da floração anterior, estabeleceria com o processo de modernização brasileira sua íntima conexão. Por vários fatores, entre eles, sua imersão no funcionalismo público e na ampliação do mercado editorial, com as diversas coleções de interpretação do país, bem como na apropriação do Estado pelos seus fundamentos estruturantes.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Sociologia, Modernismo e Interpretação do Brasil”, de Martins Lara, publicado pela editora Alameda Editorial, em 2019 e com 322 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Alameda Editorial
Páginas: 322
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579395496
ISBN13: 9788579395499
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Alameda Editorial convidam a uma imersão em temas históricos, políticos e culturais com abordagens que equilibram rigor acadêmico e acessibilidade. A experiência de leitura é marcada por narrativas que vão do detalhamento documental à análise crítica, muitas vezes com foco em períodos e processos sociopolíticos brasileiros e latino-americanos. As obras exploram tensões entre centro e periferia, entre memória e representação, e entre teoria e prática política, sempre com um olhar atento às dinâmicas sociais e culturais. O catálogo revela um perfil editorial que privilegia textos densos, porém claros, que dialogam com leitores interessados em reflexões profundas sobre história, política, cultura e direitos humanos.
