
Título: Socrates: A Man for Our Times
Autor: Paul Johnson
Sinopse: “Spectacular . . . A delight to read.”
—The Wall Street Journal
From bestselling biographer and historian Paul Johnson, a brilliant portrait of Socrates, the founding father of philosophy
In his highly acclaimed style, historian Paul Johnson masterfully disentangles centuries of scarce sources to offer a riveting account of Socrates, who is often hailed as the most important thinker of all time. Johnson provides a compelling picture of Athens in the fifth century BCE, and of the people Socrates reciprocally delighted in, as well as many enlightening and intimate analyses of specific aspects of his personality. Enchantingly portraying "the sheer power of Socrates's mind, and its unique combination of steel, subtlety, and frivolity," Paul Johnson captures the vast and intriguing life of a man who did nothing less than supply the basic apparatus of the human mind.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Socrates: A Man for Our Times”, de Paul Johnson, publicado pela editora Penguin Books, em 2012 e com 224 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 224
Ano: 2012-11-27
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0143122215
ISBN13: 9780143122210
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
