
Título: Sóis de Brancas Trevas
Autor: Walfredo Luz
Sinopse: Em Sóis de Brancas Trevas vê-se algo que equipara-se à síntese dos dois primeiros volumes. Qual um lugar comum que liga estes dois pontos anteriores, esta obra traz em suas páginas o baricentro que equilibra holocaustos e queixumes, reclames e mazelas. Sobre o autor: Walfredo Luz nasceu em 1963, no bairro de Fernão Velho, Cidade de Maceió-AL. Graduado em Letras, ator, judoca, escritor. Em 2011, aos 48 anos, Walfredo apaixona-se pelas artes, o teatro especificamente, e não parou mais. Em 2012, ele estreia nos palcos como ator. Em 2016, faz parte da equipe de produção do Festival de Teatro de Alagoas. Em 2017, estreia como ator no cinema com o curta-metragem “Os Desejos de Miriam”. Em maio de 2017, Walfredo viaja pela dramaturgia com a publicação da obra “Teatro de Walfredo Luz – Fulniô e De cachimbo Caído”. Em novembro de 2017, inicia a peregrinação no mundo da poesia escrevendo seus três primeiros livros com poemas em versos livres. Walfredo é um cigano no mundo da imaginação, contestador e sonhador nato!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sóis de Brancas Trevas”, de Walfredo Luz, publicado pela editora Kazuá, em 2018 e com 116 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kazuá
Páginas: 116
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788555651458
Sobre a editora
Os livros da editora Kazua convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre a intimidade das crônicas cotidianas e a reflexão sobre temas históricos ou fantásticos. O catálogo mostra um interesse por personagens que enfrentam dilemas humanos profundos, ora com humor sutil, ora com uma linguagem mais densa e crítica. A diversidade de cenários vai do espaço urbano contemporâneo às paisagens imaginárias, passando por ambientes históricos e culturais variados, o que cria um ritmo de leitura que ora é fluido e leve, ora mais contemplativo e elaborado. A presença de vozes que exploram a subjetividade, a memória e a existência humana é um traço marcante, assim como o uso de estilos que vão do naturalismo direto a um lirismo consciente e estruturado.
