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Solidão no fundo da agulha

Título: Solidão no fundo da agulha

Autor: Ignácio de Loyola Brandão

Sinopse: Memórias com incrível originalidade - Uma nota no ar, uma melodia distante, e lá vem, nítida como um raio de luz, uma lembrança. Loyola, nesse Solidão no fundo da agulha, ao som de músicas que ouviu e sentiu pela vida afora, evoca momentos, emoções, sensações, fantasias e sonhos de que é feita sua história. Cada canção leva o autor a nos contar, em seu delicioso estilo de contador-cantador, episódios de sua vida. E da vida do Brasil. Ele constrói, assim, um dos mais originais livros de memórias de que se tem notícia. A musica soa e deixa para sempre o rastro daquele instante vivido. E, quando as ouvimos outra vez, não com o ouvido, mas com a alma, elas nos fazem lembrar - com alegria, com nostalgia ou solidão - outros dias, felizes ou não. (Zezé Brandão)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Solidão no fundo da agulha”, de Ignácio de Loyola Brandão, publicado pela editora Livrosparatodos, em 2012 e com 164 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Livrosparatodos

Páginas: 164

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    Os livros de Ignacio De Loyola Brandao apresentam uma leitura que oscila entre o realismo crítico e o fantástico, muitas vezes mergulhando em cenários distópicos ou absurdos que refletem tensões sociais e humanas. A prosa varia entre o ritmo ágil e o tom mais contemplativo, com uma carga de humor ácido e sarcasmo que expõe as contradições do mundo moderno. O leitor é convidado a acompanhar personagens em situações limite — seja em futuros vigiados por tornozeleiras eletrônicas, seja em pequenas cidades marcadas pela brutalidade —, onde o cotidiano se mistura ao surreal. A escrita não se prende a um só estilo, alternando entre narrativas diretas e composições fragmentadas, como cartas, que ampliam a sensação de voyeurismo e cumplicidade. Essa diversidade cria uma experiência de leitura que provoca reflexões sobre poder, medo, desejo e identidade, sempre com uma tensão entre o íntimo e o coletivo.

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