
Título: Someday (Every Day #3)
Autor: David Levithan
Sinopse: The sequel to the New York Times bestseller Every Day, now a major motion picture starring Angourie Rice. Every day a new body. Every day a new life. Every day a new choice. For as long as A can remember, life has meant waking up in a different person’s body every day, forced to live as that person until the day ended. A always thought there wasn’t anyone else who had a life like this. But A was wrong. There are others. A has already been wrestling with powerful feelings of love and loneliness. Now comes an understanding of the extremes that love and loneliness can lead to — and what it’s like to discover that you are not alone in the world. In Someday, David Levithan takes readers further into the lives of A, Rhiannon, Nathan, and the person they may think they know as Reverend Poole, exploring more deeply the questions at the core of Every Day and Another Day: What is a soul? And what makes us human?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Someday (Every Day #3)”, de David Levithan, publicado pela editora Alfred A. Knopf, em 2018 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alfred A. Knopf
Páginas: 400
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0399553053
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Alfred A. Knopf apresentam uma variedade de narrativas que exploram intensamente as relações humanas e os dilemas pessoais, muitas vezes em cenários marcados por tensões sociais ou culturais. A experiência de leitura costuma ser densa, com um tom que varia entre o introspectivo e o dramático, e personagens que enfrentam conflitos profundos, seja em ambientes urbanos contemporâneos ou em contextos históricos detalhados. O catálogo sugere obras que transitam entre o literário e o reflexivo, com histórias que valorizam o desenvolvimento psicológico e a complexidade moral, além de incluir conversas sobre arte e criação, que ampliam o olhar para processos criativos e culturais. Essa diversidade indica que Alfred A. Knopf publica tanto narrativas ficcionais quanto textos que dialogam com o cinema, a música e outras formas de expressão artística.
