
Título: Somente nos Cinemas
Autor: Jorge Ialanji Filholini
Sinopse: Jorge Ialanji Filholini faz uma mistura quase impossível: a literatura, o cinema, a vida – com todos os seus prazeres, dúvidas e dores – e a morte. Temos aqui um escritor cuja crueldade é aterradora. E bela, o que torna tudo ainda mais perigoso. Os contos começam como filmes, apresentam a situação, as personagens e, quando você está distraído, Jorge atira. Para matar. E nada do que você imagina é o que de fato acontece. Não é um livro de contos, é um livro de suspense. Jorge escreve olhando na sua cara, apaga a luz da sala de projeção e o que aparece na tela é a sua alma, que é também a dele, dissolvida nas personagens. Então temos a ficção, que ainda é a melhor parte da realidade. [Fernanda D’Umbra]
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Somente nos Cinemas”, de Jorge Ialanji Filholini, publicado pela editora Ateliê Editorial, em 2022 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Ateliê Editorial
Páginas: 160
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574808369
ISBN13: 9788574808369
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora ATELIE EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e sensibilidade literária, frequentemente explorando a interseção entre história, literatura e crítica cultural. O catálogo revela uma predileção por obras que dialogam com o passado, seja por meio de traduções cuidadosas de clássicos, como romances experimentais e poéticos, seja por narrativas que investigam contextos históricos e sociais brasileiros e internacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o denso e o acessível, convidando leitores interessados em reflexões profundas sobre cultura, política e arte. Há também espaço para crônicas e relatos que equilibram humor e lirismo, ampliando o alcance da editora para públicos que apreciam tanto o estudo quanto a literatura contemporânea.
