
Título: Somos Todos Igualzinhos
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós
Sinopse: Bartolomeu Campos de Queirós, uma das mais importantes vozes da produção cultural para crianças e jovens da atualidade, em Somos todos igualzinhos, reflete criativamente sobre o relacionamento e o comportamento humano a partir de dois casais de animais. Os galinhos compadrinhos / e muito companheirinhos / e paizinhos dos dois pintinhos/ chegam bem cedinho(…). As galinhas comadrinhas/ muito companheirinhas/ e mãezinhas dos dois pintinhos/ com peninhas penteadinhas/ acordam os dois filhinhos/ cantando delicadinhas:/ pin-pin-ti-ti-nho-nho/:/ pin-pin-ti-ti-nho-nha. Em linguagem poética, que recria o imaginário infantil através do uso do diminutivo, associada às ilustrações magníficas de Guto Lucaz, a leitura dessa história desperta a sensibilidade da criança para a descoberta de outras possibilidades do uso da linguagem, tanto a verbal quanto a não-verbal.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Somos Todos Igualzinhos”, de Bartolomeu Campos de Queirós, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2006
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526011111
ISBN13: 9788526011113
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,090
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
