
Título: Sonatas para Piano de Beethoven, Las
Autor: Charles Rosen
Sinopse: Las sonatas para piano de Beethoven constituyen una de las colecciones de obras más importantes de la historia de la música. Compuestas a lo largo de varias décadas de la vida del artista, no tardaron en ser consideradas el primer corpus de música importante para piano adecuada para ser interpretada en grandes salas de conciertos. En esta guía práctica tanto para el intérprete como para el oyente, Rosen comienza situando las sonatas en su contexto y explica los principios formales de su interpretación, incluidos aspectos como la forma sonata, el fraseo y el tempo, el uso del pedal y los trinos, para, a continuación, analizar las sonatas individualmente. El CD que acompaña al libro, con interpretaciones del propio Rosen, va ejemplificandolo expuesto en el libro. Acabamento: Paperback. Peso: 348g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Sonatas para Piano de Beethoven, Las”, de Charles Rosen, publicado pela editora Alianza Editorial, em 2005 e com 312 páginas, integra a categoria Teoria e Critica de Música e Dança. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Alianza Editorial
Páginas: 312
Ano: 2005
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9788420664972
Sobre a editora
Os livros da editora Alianza Editorial oferecem uma experiência de leitura marcada pela densidade literária e pelo diálogo entre tradição e inovação. O catálogo privilegia narrativas que exploram conflitos humanos profundos, como dilemas morais, identitários e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou culturais específicos, como o Japão do século XX ou a Europa moderna. Há uma atenção especial a obras que combinam rigor intelectual com um tom reflexivo e, por vezes, crítico, seja na forma de ensaios que desconstroem preconceitos, seja em romances que mesclam realismo e elementos fantásticos. O ritmo das obras varia entre o mais contemplativo e o mais tenso, com personagens complexos que enfrentam desafios internos e externos em narrativas que estimulam a reflexão.
