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Sonetos Cearenses

Título: Sonetos Cearenses

Autor: Hugo Victor

Sinopse: Quando este livro foi publicado no já recuado ano de 1938, estava-se a dezesseis anos do surgimento da Semana de Arte Moderna no Brasil, ocorrido em 1922, e a um ano apenas do começo da segunda guerra mundial, deflagrada pela Alemanha nazista. Os sonetos reunidos no presente volume, organizado pelo jornalista Hugo Victor, não apresentam sinais da ruptura estética anunciada pela pregação radical dos modernistas da primeira hora. Tampouco há neles vestígios das inquietações de um tempo que já pressagiava os horizontes sombrios e os horrores do holocausto, que já se aproximava. São poemas de uma época em que a sociedade provinciana ainda cortejava os artífices do idioma lírico e em que os poetas destas paragens não se permitiam ainda certas liberdades no tocante aos preceitos tradicionais da versificação. Além de prestar homenagem a numerosos poetas bissextos, este livro reúne alguns dos nomes mais representativos da poesia cearense da década de trinta. Aqui se encontram, para citar apenas os mais conhecidos, os poetas Antônio Sales, Adauto Gondim, Filgueiras Lima, Jáder de Carvalho, José Albano, o celebrado criador de "Comédia Angélica", José Valdevino, Júlio Maciel, Juvenal Galeno, Leonardo Mota, Martins d'Alvarez, o simbolista Lívio Barreto, Mário da Silveira, Mário Linhares, Otacílio de Azevedo, Cruz Filho, Américo Facó, Padre Antônio Tomaz, Carlos Gondim e muitos outros de igual estatura poética.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sonetos Cearenses”, de Hugo Victor, publicado pela editora UFC - Casa de José de Alencar, em 1997 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: UFC - Casa de José de Alencar

Páginas: 208

Ano: 1997

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Hugo Victor revela uma tensão constante entre o íntimo e o social, onde personagens enfrentam dilemas profundos que os colocam em confronto com forças maiores, sejam elas políticas, naturais ou espirituais. A prosa, ora densa e detalhista, ora lírica e reflexiva, conduz o leitor por narrativas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas, desde o sofrimento e a punição até o amor e a redenção. O ritmo varia conforme o tema, alternando entre momentos de drama intenso e passagens contemplativas que convidam à meditação sobre justiça, destino e existência. O autor não evita a complexidade das emoções e das ideias, criando personagens marcantes que desafiam o leitor a pensar sobre questões éticas e sociais. Essa experiência é marcada por um equilíbrio entre o relato histórico e a dimensão filosófica, presente em diversos níveis das narrativas.

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