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Sonetos de amor e sacanagem

Título: Sonetos de amor e sacanagem

Autor: Gregorio Duvivier

Sinopse: Em seu novo livro de poemas, o escritor, ator e roteirista combina o rigor da forma fixa com seu estilo mordaz e hilariante. Ah, o amor — te dirão — é coisa séria!/ mas, depois de brincar de gato e rato,/ quem brincou já não quer pagar o pato/ e do amor só herdamos a bactéria.” Nos 48 sonetos reunidos aqui, Gregorio Duvivier visita uma ampla galeria de assuntos. Descreve a angústia e o tédio da adolescência. Comenta o noticiário, a política, o Brasil e a pandemia. Analisa a língua portuguesa, os modismos importados na Faria Lima, a pecha de preguiçoso do carioca, as manias lusitanas e os cacoetes franceses. Há dois temas, no entanto, que se sobressaem em meio a tantos outros: o amor e o sexo, que aparecem sempre acompanhados de boas doses de niilismo, paranoia, obsessão e autoironia. São flertes que não chegam a se concretizar, ou que até se concretizam, mas não terminam exatamente como o esperado. No fim das contas, parece que o prazer, quando vem, sempre traz a reboque um inexplicável medo de morrer. Em Sonetos de amor e sacanagem, Gregorio se apropria com maestria da forma fixa do soneto e retrata, com sua verve singular, a tragicomédia contemporânea — feita de encontros e, sobretudo, desencontros.“Se livro fosse remédio,/ eu tomaria esse contra o tédio/ e o folhearia a todo o tempo,/ só para aplacar o meu tormento./ O Gregorio é misto de liceu francês com Lapa./ Nele sobra humor, amor, baixaria e lábia./ Como pode um menino tão educado/ Ser, assim, tão desbocado?/ Se você, leitor, anda triste com o agora,/ leia esses poemas sem demora/ e verá que a vida tem solução,/ mesmo com as notícias da televisão.” — Fernanda Torres “Os deliciosos sonetos de Gregorio — todos (menos um) compostos em decassílabos e (quase sempre) rimados — associam o capricho formal à informalidade e ao humor da dicção. Boa parte do humor vem das rimas inesperadas: quem, antes dele, jamais encontrou uma rima completa para ‘próstata’? Glauco Mattoso, que revivifica Gregório de Matos, tem em Gregorio Duvivier um digníssimo sucessor.” — Paulo Henriques Britto

Contexto da obra

Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Sonetos de amor e sacanagem”, de Gregorio Duvivier, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2021 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 112

Ano: 2021

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 655921317X

ISBN13: 9786559213177

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,163
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Gregorio Duvivier alterna entre o lúdico e o crítico, com um ritmo que varia do ágil ao contemplativo. Em suas obras, o humor se mistura ao lirismo, criando uma tensão entre o leve e o profundo, o íntimo e o universal. A prosa e a poesia revelam personagens e situações que transitam entre o absurdo do cotidiano e reflexões mais densas sobre política, amor e existência. O tom ora é irônico e mordaz, ora delicado e cheio de imaginação, especialmente nas narrativas infantis, que exploram mundos fantásticos com rimas e ritmo envolventes. Essa multiplicidade de vozes e estilos convida o leitor a navegar por diferentes camadas de significado, sempre com uma linguagem acessível e um olhar atento às pequenas coisas da vida.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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