
Título: Sonetos Luxuriosos
Autor: Pietro Aretino
Sinopse: Um dos pontos capitais da poesia erótica do Ocidente, os 'Sonetos Luxuriosos' expressam o mais extremado júbilo carnal do Renascimento, e, somando-se sem contradição ao idealismo descarnado da tradição petrarquista, ajudam a compor a fisionomia de uma das épocas mais livres e mais fecundas da história do pensamento e das artes. Escritos por volta de 1525, foram publicados postumamente. Tiveram até hoje poucas edições italianas, que circularam entre privilegiados. A clandestinidade a que foram condenados rompeu-se no começo do século XX, com a tradução francesa de Apollinaire (apenas dezesseis sonetos). Esta tradução do poeta e ensaísta José Paulo Pães- a primeira que se fez para a língua portuguesa- é fiel tanto ao espírito como à forma original e reproduz, com felicidade, o vigor e a graça do despudor de Aretino.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sonetos Luxuriosos”, de Pietro Aretino, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 112
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8535900128
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
